Flay pretende levar seu lado extrovertido e um pouco da vitória-régia, sua fantasia no reality musical, para o palco de seu primeiro show pop, que ocorre em 2 de julho na Audio Club, em SP
Do sufoco no Big Brother Brasil 20 ao primeiro lugar da 3ª edição do The Masked Singer: Flay passou os últimos meses escondida embaixo da fantasia da DJ Vitória-Régia e conquistou o coração de diversos brasileiros, e possivelmente dos mesmos que a eliminaram com 63% dos votos da casa mais vigiada do Brasil.
A cantora aceitou participar do reality musical para promover sua música e se livrar do rótulo de vilã da 20ª edição da casa mais vigiada do Brasil. Em coletiva de imprensa com jornalistas realizada nessa quarta-feira, 12, e que o PorTal participou, a cantora abriu o jogo sobre os preconceitos e abusos que sofreu em Imperfeita, seu álbum lançado neste ano.
“Eu fui muito subestimada ao sair do programa [Big Brother Brasil], precisei lidar muito mais para provar no que eu era boa. As pessoas não gostavam muito de mim no BBB“, relembra.
Questionada pelo PorTal sobre a diferença na recepção do público pós-BBB e agora, depois de vencer o The Masked Singer, Flay acredita que sejam públicos com vontades diferentes.
“O BBB era um reality de convivência e o público quer ver essa versão de você — além de ser um lugar de julgamento. Já o The Masked Singer é uma competição saudável, estamos ali pelo desafio de dar vida para aquela fantasia e você só tem sua voz para fazer isso (e para as pessoas descobrirem quem é). E o meu desafio ali era ser melhor a cada apresentação que eu mesma. Não competia com os outros, mas sim comigo mesma”, fala.
A vencedora da 3ª edição do The Masked Singer levou o prêmio de R$ 250 mil, desbancou Xamã e Larissa Luz na final do programa e conquistou o carinho de muitos brasileiros que torciam pela DJ Vitória-Régia.
“O público tá afim de música e de arte, diferente do BBB onde o público julga e busca um preferido no sentido de identificação. Acaba sendo mais leve, né? Inclusive, a maioria dos participantes [do The Masked Singer] falam que vão com a intenção de brincar e eu aceitei participar para me divertir e me permitir, além de ser a oportunidade de mostrar meu trabalho”, explica em resposta ao PorTal.
Primeiro show pop em julho
Ainda durante a coletiva, Flay falou sobre o repertório do seu primeiro show pop, que acontecerá no dia 2 de julho durante a festa “Antes de Meia-Noite“, na Audio Club, em São Paulo. A cantora disse que pretende levar os dois lados de Flay: o lado pessoal e um pouquinho da vitória-régia, sua personagem do The Masked Singer.
“Quero levar essa Flay mais extrovertida, mas também um pouquinho do repertório da vitória-régia, mas não estou falando que a vitória vai estar no palco, viu?”, fala aos risos. “Quero levar isso para os meus shows porque voltei a me enxergar nos palcos graças ao The Masked Singer“, continua.
Flay volta aos palcos depois de um longo período longe desse espaço que tanto a encanta, pois foi uma sequência de acontecimentos: gravidez, BBB e pandemia. “Volto no momento em que acho que tinha que ser mesmo. É um primeiro show, mais exclusivo e com convidados. Para que essas pessoas que gostaram de acompanhar a vitória-régia, que gostaram de me acompanhar no BBB, se unam e possam estar comigo nesse momento de retorno aos palcos e chegada aos palcos no pop”, finaliza.
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