Modelo de ensino desenvolvido pela doutora em Comportamento Humano ajuda a Geração Z a desenvolver habilidades socioemocionais e comportamentais
Em um passeio rápido por redes sociais, como LinkedIn, Instagram e Twitter ou por sites que falam sobre comportamento e desenvolvimento, encontramos uma variedade de conteúdos acerca da Geração Z, abordando o assunto das mais diversas formas.
E isso é importante e compreensível, afinal de contas, é essa geração de pessoas nascidas entre 1995 e 2010 que estão entrando no mercado de trabalho, se posicionando no mundo e na sociedade e gerando relacionamentos importantes. No entanto, a maioria desses jovens não estão preparados para esses desafios.
E foi incentivada por uma série de feedbacks negativos em relação a essa geração que Thais Giuliani, doutora especialista em Comportamento Humano, criou o modelo de Aprendizagem Zímago, que se tornou um livro para ajudar os jovens a capacitar-se para encarar o mercado de trabalho e os demais desafios da maioridade.
Ao PorTal, Thais revela que durante suas mentorias e palestras nas empresas os clientes falavam sobre como esses jovens estavam chegando despreparados no mercado de trabalho. Outra queixa era sobre o investimento que a empresa precisava fazer para desenvolver competências comportamentais, mas que esses colaboradores já deveriam trazer na bagagem profissional.
Com tantas reclamações parecidas, uma curiosidade foi despertada em Thais: “o que estava por trás desse cenário? Por que esses jovens estavam chegando nesse momento da vida com tantas lacunas?” Então, para encontrar essas respostas, a doutora investigou o histórico, procurando entender como as universidades e as escolas estavam desenvolvendo as habilidades comportamentais dessa geração.
“Quando você dá um passo para trás, percebe como o cenário da educação em casa e com a família também mudou. E assim surgiu meu desejo de estudar o comportamento desses jovens e entender a visão do mundo deles, suas formas de pensar, os seus valores, para daí contribuir de forma significativa com o desenvolvimento dessas competências comportamentais de forma preventiva para que eles chegassem mais preparados ao mercado de trabalho”, explicou Thais.
Porém, para que a Geração Z se desenvolva é importante preparar quem ensina, cria e lidera esse público. Tanto na sua pesquisa de doutorado quanto em seu livro, Thais se comunica com os “parceiros estratégicos” do jovem, aqueles que terão funções cruciais em seu desenvolvimento, ou seja, os pais, professores e líderes.
Thais ensina como esses parceiros podem se conectar com essa Geração, entender a visão de mundo e compreender os comportamentos, as suas motivações e melhorarem sua comunicação e relacionamento. Além disso, a autora explora as habilidades comportamentais valiosas para o futuro desse público e ensina como desenvolvê-las.
“Portanto, cabe a nós, pessoas mais experientes, compreender isso e entender que esses jovens tem muitas forças, mas em desequilíbrio acabam se tornando grandes fraquezas. Então, devemos sair da posição de reclamação e ter uma postura de mais ação para contribuir com o desenvolvimento deles”, concluiu Thais.
A pesquisa que baseou a criação do Modelo de Aprendizagem Zímago, apresentado no livro A Geração Z e o Modelo de Aprendizagem Zímago de uma forma leve e mais palatável para pais, educadores e líderes desses jovens, teve sua eficácia comprovada na Europa e serve como base para desenvolver todas as competências comportamentais do jovem da Geração Z.
O livro pode ser adquirido com a própria autora, clicando aqui
